21
May , 2013
Tuesday

  A copa do mundo de 2014 seria o principal alvo do esquema que usou ...
A partir de segunda-feira (1º/8) a CET vai uniformizar a regulamentação de velocidade em 60 ...
Maior obra rodoviária em andamento no País terá investimento de R$ 2,8 bilhões; seis cidades ...
A partir de hoje, os motoristas que não respeitarem a travessia de pedestres nas ruas ...
O governador Geraldo Alckmin participou nesta quarta-feira, 20, do evento de sanção, pelo prefeito Gilberto ...
Estudantes da rede estadual e municipal passarão por consultas oftalmológicas nas unidades de saúde conveniadas Neste ...
Nesta quarta-feira Santos e Corinthians fizeram o clássico válido pela 5ª rodada do Brasileirão. O ...
 ‘Tatyana’ é baseado na obra de Aleksandr Púchkin Deborah Colker foi buscar inspiração para seu novo ...
Com o objetivo de aumentar a transparência de suas atividades, a Câmara Municipal de São ...
O Governo por meio da Secretaria da Fazenda implementará duas alterações no sistema da Nota ...

Archive for the ‘Cultura’ Category

Deborah Colker traz seu novo espetáculo ao Teatro Alfa em setembro

Posted by fabiano On agosto - 17 - 2011 ADD COMMENTS

 ‘Tatyana’ é baseado na obra de Aleksandr Púchkin
Deborah Colker foi buscar inspiração para seu novo espetáculo em um grande clássico da literatura universal. ‘Tatyana’ é baseado em ‘Evguêni Oniéguin’, o romance em versos publicado em 1832 por Aleksandr Púchkin (1799-1837). Depois de uma celebrada estreia no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma extensa turnê nacional, a Companhia de Dança Deborah Colker traz a coreografia para uma curta temporada no Teatro Alfa, a partir de 9 de setembro.

Em dois atos, a coreografia leva ao palco o próprio Púchkin interagindo com as ações, desejos, pensamentos e transformações psicológicas dos quatro protagonistas de sua obra-prima. A música de compositores como Rachmaninov, Tchaikovsky, Stravinsky e Prokofiev embala esta jornada atemporal ao âmago de uma história de duelos, desencontros, paixões e decepções.

O mulato (seu trisavô materno era filho de um príncipe africano) Aleksandr Púchkin é considerado o pai da literatura russa moderna. Escrito ao longo de sete anos, entre 1823 e 1830, ‘Evguêni Oniéguin’ é sua obra mais original e importante, que inspirou diversas criações em outras áreas, da célebre ópera de Tchaikovski (1879) ao filme com Ralph Fiennes (1999), passando pelo balé de John Cranko.
A trama é aparentemente simples: Oniéguin é um jovem abastado, cosmopolita e entediado, que abandona as diversões da cidade grande para se refugiar na propriedade rural herdada do tio. Lá, conhece o jovem poeta Lenski, noivo de Olga Lárina, a cuja irmã mais velha, a contemplativa Tatyana, é apresentado. Seguem-se a declaração de amor da moça, sua rejeição por Oniéguin, um duelo fatal entre os amigos e um doloroso reencontro do casal, quando o passar dos anos operou neles transformações profundas e decisivas.

Para expressar a força poética e a magia do romance, a Companhia de Dança Deborah Colker leva ao palco o próprio Púchkin, interagindo com as ações, desejos, pensamentos e modificações dos quatro protagonistas de sua obra-prima. Trata-se, afinal, de um espetáculo de balé contemporâneo, interessado antes em traduzir sentimentos do que em traduzir uma narrativa.

Embora o livro tenha sido escrito e ambientado na Rússia do começo do século XIX, uma das razões de seu perene vigor e atualidade é transcender as barreiras de tempo e espaço – virtude que é reforçada neste espetáculo. Assim, não veremos no palco os estereótipos russos das balalaicas e matriochkas: o cenário, assinado por Gringo Cardia, é constituído de uma grande árvore metálica, em torno da qual e em cujos ramos Púchkin e seus personagens desenvolvem seus sonhos, angústias e quereres.

Tampouco os figurinos pertencem a este ou aquele local ou período, servindo para caracterizar inequivocamente cada personagem com uma mistura de elementos ‘atuais’ e ‘de época’. E, analogamente, a trilha sonora, embora seja marcada pela predominância de compositores russos, faz coexistirem autores de diversos períodos, do romantismo de Tchaikovski ao modernismo de Stravinski – e as partituras desses grandes mestres do passado, por seu turno, passa pelo filtro contemporâneo das colagens e remixagens de Berna Ceppas.

Desse cruzamento de linguagens, estéticas e referências, baseado em um estudo aprofundado da obra-prima de Púchkin, surgiu um espetáculo vibrante e atual, que enfrenta o desafio de exprimir sem palavras o sublime contido nos versos de um clássico da literatura.

CIA. DE DANÇA DEBORAH COLKER no TEATRO ALFA – SERVIÇO
Teatro Alfa (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – tel. 5693.4000)

Datas e horários:
Estréia em 9 de setembro, sexta-feira, 21h30
Dia 10, sábado, 21h
Dia 11, domingo, 18h
14 e 15 de setembro, quarta e quinta-feira, 21h
Dia 16, sexta-feira, 21h30
Dia 17, sábado, às 17 e às 21h
Dia 18 de setembro, domingo, 18h
Preços: Setor I, R$ 100; Setor II, R$ 90; Setor III, R$ 70 e Setor IV, R$ 40
Lotação: 1110 lugares
Classificação etária: Livre
Duração: 70 minutos

Estacionamento: Valet c/ manobrista = R$ 25,00 – Self = R$ 18,00

Como Comprar:
Por Telefone: 5693-4000 e 0300-789-3377 (Serviço exclusivo do Teatro Alfa)
Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, MasterCard e Diners Club), de segunda à sábado das 11h às 19h e domingos das 11h às 17h. Em dias de eventos até 1 (uma) hora antes do início dos mesmos. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo.

Ingresso Rápido – 4003.1212 – www.ingressorapido.com.br

Pessoalmente – Bilheteria do Teatro Alfa:
Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, MasterCard, Diners Club), cartões de débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro, de segunda à sábado das 11h às 19h e domingos das 11h às 18h. Em dias de eventos até o início dos mesmos.
Site: www.teatroalfa.com.br

Share on Twitter Share via email

Mais um grande musical em SP: As Bruxas de Eastwick

Posted by fabiano On agosto - 9 - 2011 ADD COMMENTS

Chega ao Brasil mais um grande musical produzido pela TIME FOR FUN: As Bruxas de Eastwick, adaptação do filme homônimo, baseado no livro de John Updike, que estreia no Teatro Bradesco (Bourbon Shopping – Rua Turiassú, 2.100), em 14 de agosto e cumpre curta temporada de quatro meses em São Paulo. Os ingressos começam a ser vendidos em 7 de julho.

A versão original do musical de Londres tem textos e letras de John Dempsey e música de Dana P. Rowe e já teve montagens nos Estados Unidos, Austrália, Rússia e República Tcheca. Cláudio Botelho assina a adaptação para os palcos brasileiros e junto com Charles Möeller assume a direção da superprodução.

No elenco, Eduardo Galvão é o diabólico sedutor Darryl Van Horne (no filme, o personagem interpretado por Jack Nicholson), Maria Clara Gueiros é Alexandra (papel de Cher), Sabrina Korgut vive Jane (interpretada por Susan Sarandon), Renata Ricci é Sukie (vivida por Michelle Pfeiffer) e Fafy Siqueira, em participação especial, é Felícia (papel de Verônica Cartwright).

“É um espetáculo completamente novo e diferente de qualquer montagem anterior. Cenário e figurinos estão sendo criados especialmente para a produção brasileira, além de uma direção totalmente nova. Temos discutido adaptações no texto e mesmo nas músicas. Esta última versão da peça tem músicas que não foram usadas nas montagens internacionais. O Brasil terá uma produção mundialmente inédita do musical” comenta Cláudio Botelho.

Vinte e seis atores/cantores/bailarinos se revezam em cena e dividem espaço com efeitos especiais – fogo, chuva, levitação e vôos sobre a platéia – que prometem surpreender e eletrizar o público.

“Estamos otimistas com essa retomada  de grandes musicais internacionais. Esse formato complementa o já bem sucedido projeto de montagens originais da Broadway, além de ampliar o leque de produtos que podemos oferecer ao público. Esse espetáculo nasce com a qualidade artística e profissional que construímos nos últimos anos nesse mercado”, comenta Stephanie Mayorkis, diretora de Teatro e Exposições da TIME FOR FUN.

A comédia musical conta a história das amigas Alexandra (Maria Clara Gueiros), Jane (Sabrina Korgut) e Sukie (Renata Ricci). Entediadas e frustradas com a pacata rotina da cidade de Eastwick elas dividem o desejo pelo homem que consideram ideal e vêem suas esperanças renovadas com a chegada à cidade do carismático e misterioso Darryl Van Horne (Eduardo Galvão).Extremamente sedutor, ele se envolve com as três e desperta em cada uma a necessidade de liberar os “poderes” que têm dentro de si. O comportamento nada ortodoxo do quarteto escandaliza a cidade. Os poderes e eventos que desencadeiam são cada vez mais sinistros e fora de controle. Quando Alexandra, Jane e Sukie percebem que a influência de Darryl corrompe a todos que com ele tem contato, resolvem usar aquilo que aprenderam com ele para exterminá-lo de suas vidas. Uma comédia musical sensual e misteriosa, que fará o espectador se deliciar e morrer de rir!

  • Local: Teatro Bradesco – Piso Perdizes do Bourbon Shopping São Paulo – Rua Turiassú, 2100, 3º piso, Pompéia.
  • Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588.
  • Temporada: De 14 de Agosto a 11 de Dezembro.
  • Horários: Quinta-Feira e Sexta-Feira, às 21h; Sábado, às 17h e 21h; Domingo, às 16h e 20h.
  • Duração do espetáculo: 180 minutos (com intervalo de 20min).
  • Classificação etária: menores de 12 anos acompanhados dos pais.
  • Capacidade: 1457 pessoas.
  • Acesso para deficientes.
  • Estacionamento: R$8,00 primeira hora. R$2,00 hora adicional.

Quinta-feira e Sexta- Feira (21h) e Domingo (20h)

Share on Twitter Share via email

Começou a Festa Nossa Senhora Achiropita

Posted by fabiano On agosto - 8 - 2011 ADD COMMENTS

Começou neste sábado (6/8) a tradicional Festa Nossa Senhora Achiropita no bairro do Bixiga. O evento conta com comidas e doces típicos da Itália como fogazzas e crustolis, além de diversas bebidas, brindes e muita diversão.

A Festa Nossa Senhora Achiropita, a mais famosa da cultura italiana em São Paulo, começou nesse sábado (6/8), no distrito da Bela Vista. A previsão é que a festa, que conta apoio da Subprefeitura da Sé, receba 250 mil pessoas. As comemorações vão até o fim do mês de agosto e ocorrem em todos os finais de semana.

A celebração, em homenagem à padroeira do bairro, começou com a chegada dos imigrantes italianos no bairro do Bixiga, no início do século passado. Até hoje a festa traz fé, alegria e solidariedade, e conta com quase mil voluntários, que revertem os ganhos para as obras sociais da igreja. O evento será completo, com comidas e doces típicos da Itália como fogazzas e crustolis, além de diversas bebidas, brindes, diversão e a ligação à religião.

As barracas com as comidas típicas ficarão nas ruas 13 de Maio, São Vicente e Doutor Luiz Barreto.

Share on Twitter Share via email

A morte de Winehouse provoca aumento nas vendas

Posted by fabiano On julho - 25 - 2011 ADD COMMENTS

A morte de Winehouse provocou aumento na demanda pela música da cantora. A varejista britânica HMV previu nesta segunda-feira que ela seria a número um na próxima semana, já que as vendas do álbum “Back to Black”, que ganhou cinco Grammy, continuam crescendo.

O Daily Telegraph relatou nesta segunda-feira que o material gravado antes da morte da cantora pode ser lançado como um álbum póstumo, citando fontes que disseram que Winehouse gravou “muito material” e que os pais dela teriam a palavra final sobre o lançamento ou não do álbum.

Um porta-voz da cantora disse à Reuters que não havia no momento confirmação de lançamento de um terceiro álbum. “Sei que há material, mas ninguém falou sobre isso”, afirmou.

Amy Jade Winehouse (Southgate, 14 de setembro de 1983 — Camden, 23 de julho de 2011) foi uma cantora e compositora inglesa.

Seu primeiro álbum, Frank, lançado em 2003 pela Island Records, foi muito bem recebido, comercial e criticamente, e o segundo, de 2006, Back to Black, deu a ela seis indicações ao Grammy Awards, das quais venceu cinco.

Amy também foi muito conhecida por seus escândalos públicos e pelo uso de drogas. Os problemas de Amy com drogas e álcool foram noticiados pelos meios de comunicação ao redor do mundo desde 2008. Em junho de 2008 o pai de Amy revelou aos jornalistas que ela estava com uma possível arritmia cardíaca por conta do uso abusivo de cocaína e cigarro.

Em 2009, Winehouse garantiu estar se recuperando. Ela já havia vendido 505 mil cópias de seus dois discos anteriores no Brasil.

Em 2010, Amy terminou seu tratamento na reabilitação e finalmente parecia ter se libertado das drogas, podendo concentrar-se no seu terceiro disco, esperado para janeiro de 2011, fa(c)to que não ocorreu. No seu último show, em 19 de junho de 2011, em Belgrado, a cantora teve uma atuação em que era visível o seu estado de embriaguez, levando a assobios por parte dos fãs sérvios. Ficou assim provado, que a cantora não se tinha ainda curado do alcoolismo.

No dia 23 de julho de 2011 foi encontrada morta em sua casa. A polícia informou que a causa de sua morte “ainda não foi explicada.”

Share on Twitter Share via email

Pinacoteca recebe Mostra de Gerhard Richter

Posted by fabiano On julho - 20 - 2011 ADD COMMENTS

Até o dia 21 de agosto, a Pinacoteca do Estado recebe a mostra que traz 27 pinturas realizadas em diversas fases da produção de Gerhard Richter (1932, Desden, Alemanha), começando pelos trabalhos de fotografia-pintura, dos anos 1960, até as pinturas abstratas dos anos 1980 e 1990. Esta exposição já passou por Curitiba, Salvador e Brasília, tem curadoria do próprio artista e do historiador Götz Adriani, e é uma realização do IFA (Instituto de Relações Culturais com o Exterior, Alemanha) em parceria com o Goethe-Institut.

Dia 21 de julho às 19h30, na Pinacoteca, acontece a palestra ‘Pintando Fotografias’ com o Dietmar Elger (Biógrafo e Diretor do Arquivo Gerhard Richter de Dresden), sobre a trajetória de Gerhard Richter.

Gerhard Richter: Sinopse

Gerhard Richter é o artista plástico alemão em atividade mais conhecido da contemporaneidade, considerado um dos responsáveis pelo resgate da pintura no final do século XX, quando muitos a consideravam perdida.

A arte de Gerhard Richter não segue uma intenção, um sistema, um estilo, ou uma mensagem.

O que a rege é uma ética artística de prática cotidiana, relacionada somente às condições representadas por ela mesma. Richter utiliza motivos variados, estilos e citações da história da arte, porém, seu único e grande tema, em última análise, é a pintura. Suas peças ora são puras, sobre a tela, ora misturadas a fotografias e recortes de jornal. Em alguns casos, como em obras presentes nesta mostra, ele primeiro reproduz a fotografia em pintura, e, depois, volta ao modelo original, fotografando seu trabalho, sem que se percam as características da obra produzida à mão.

A resistência de Richter em se fixar em um estilo, tema ou conteúdo, tem origem em sua própria biografia. Com sua mudança de Dresden, na antiga República Democrática Alemã (RDA) para Düsseldorf, na então Alemanha Ocidental, em 1961, ele não somente muda de ambiente social e político, como entra em outra esfera artística. É nessa fase que Richter troca a tradição de uma pintura do realismo socialista da RDA, por um confronto com a pintura informal tardia e a iniciante PopArt.

Dessa mudança radical permanecem, para sempre, grandes dúvidas quanto às certezas e obrigações nas artes. “Eu não sou seguidor de sistemas, de vertentes ou de intenções. Eu não tenho nenhum programa, nenhum estilo, nenhuma razão especial”, avisou o artista em 1966.

Gerhard Richter compreende a pintura como um ato; uma busca da realidade atual: “O que eu via como a minha grande fraqueza, ou seja, a incapacidade de criar uma imagem, não é de fato uma incapacidade, mas sim, uma instintiva busca de uma verdade mais moderna, que já estamos vivendo”.

Pintura X Fotografia

Como meio de comparação à pintura, Gerhard Richter usa a fotografia, sua eterna rival, na representação da realidade e, em 1962, pela primeira vez, parte de uma imagem para realizar uma pintura. Desde então coleciona, sistematicamente, fotografias que servem como matriz para suas pinturas. Desse modo, criou um acervo de imagens públicas e privadas, de 1945 até os dias atuais, compreendendo fotografias de jornal e de própria autoria, e cliques espontâneos de fotógrafos amadores. Esse acervo foi publicado sob o título de “Atlas”, em 1971, e exposto publicamente, de forma inédita, nesse mesmo ano.

É desse acervo que Gerhard Richter escolhe as fotografias que servirão como motivo, ampliando-as ou usando-as, em recortes, nas suas pinturas. Ao reduzir as cores a tons da escala cinza na transposição da fotografia para a pintura, esta fica reduzida e até irreconhecível. Com isso, o artista separa a pintura do objeto que, por sua vez, some na cor cinza, característica das “pinturas cinza”, criadas em fins dos anos 1960. Para Richter, essa cor sempre representou o indiferente e o nada. Mais tarde, volta a trabalhar com cores e encontra um novo caminho numa pintura complexa de camadas, típica de suas obras abstratas dos anos 1980.

Serviço
Gerhard Richter: Sinopse
Abertura dia 23/7, sábado, a partir das 11h
Em cartaz até o dia 21/8
Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h
Pinacoteca do Estado – Praça da luz, 2
Tel.: (11) 3324-1000
Ingresso: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Grátis aos sábados

Share on Twitter Share via email

Recent Comments

Jornal SAMPA, é um veiculo impresso de distribuição gratuita em toda cidade de São Paulo e portal de noticias na web. Em nossas seções o leitor encontra o melhor da notícia de cada bairro, assuntos de interesse público, esporte com a análise de especialistas, economia de maneira simples e cotidiana, além do melhor do lazer e da diversão e cursos gratuitos.

Recent Comments

Times brasileiros estreiam na Sul-Americana

On ago-10-2011
Reported by Veronica Jensen

Brasil presente na final da Copa América

On jul-25-2011
Reported by Veronica Jensen

Três jogos completam a décima rodada do Brasileirão

On jul-20-2011
Reported by Veronica Jensen

Final da Copa América acontece no domingo entre Paraguai e Uruguai

On jul-25-2011
Reported by Veronica Jensen